Um modelo enxuto: workshop criativo de 2 dias para cocriar a narrativa central com o time Purple, seguido de um sprint de execução das peças-âncora do lançamento.
Alinhamento entre lideranças: desafio, contexto da marca atual, materiais e expectativas de sucesso. Gerou o debrief interno que desenhou os exercícios do workshop.
Dia 1 — imersão, distinção competitiva, perfil do CMO e ponto de vista, fechando o brief criativo.
Dia 2 — narrativa central, tagline e estrutura dos entregáveis (rollout).
Creative sprint das peças-âncora → rodada de feedback Purple → sprint final de ajustes.
Documento consolidado com todo o conteúdo cocriado.
Wireframe e títulos da home com o novo posicionamento.
Peça de abertura do perfil no Instagram.
Até 10 slides de abertura do pitch.
Diretor de Estratégia & Operações · ponto focal do handover
Diretor Criativo
Roteiro e copy das peças
Design e ilustração
Descobrimos que o cliente ideal do Purple não quer só medir: quer dar um salto e precisa de prova pra isso.
O Purple é a arma secreta de inteligência de quem precisa entregar um resultado extraordinário.
Apresentação comercial, landing page e post do Instagram prototipados sobre esse mesmo eixo.
Workshop presencial com o time Purple e a Rastro. Cada exercício alimentava o seguinte: primeiro entender o produto e a categoria, depois quem compra, depois contra o que o Purple luta e, por fim, o brief.
| 10:30 | Check-in (Dixit) | Expectativas |
| 10:50 | O Purple hoje | Walk-through do produto, novo guia visual, “explicar o Purple em 3 níveis” |
| 11:35 | Q&A | O que é inimitável, o que admiram, quem é o cliente |
| 11:50 | A categoria | Benchmark de concorrentes |
| 12:20 | Mapa de empatia do CMO | Ódios, medos, críticas, interesses, paraíso |
| 14:20 | Boring2Bold | Status quo · inimigo · mudança |
| 15:25 | Brief criativo | GET · WHO · TO · BY por grupo |
| 16:10 | Test drive | “Se fosse um filme, qual o título?” |
| 11:15 | Recap do brief | Votação das opções de GWTB + debate |
| 12:05 | A síntese | Frase-manifesto: problema → abordagem errada → falsa verdade → nossa abordagem → crença |
| 13:50 | Quebra-gelo | Primeiros exercícios de mensagem |
| 14:20 | Desdobramentos | Wireframe e títulos da home · de-para · brief dos 10 slides do pitch · proposta de post |
| 16:50 | Check-out | O que levar pro sprint criativo |
Nunca ganhou dinheiro de veículo de mídia. É o único MMM do mercado sem conflito de interesse com quem vende o anúncio.
Reconfigurar o modelo leva ~15 minutos (na concorrência, até 2 meses). O cliente sobe a planilha e mexe nas variáveis sozinho, com sandbox pra comparar cenários.
Mostra o que cada canal gera nos outros (ex: TikTok puxando Google Brand) e quanto tempo cada investimento leva pra converter.
O produto caminha pra um hub de inteligência: chat, artefatos (relatórios), missões e briefing do dia. O uso do chat está crescendo rápido.
Troca entre pares, sem gravação nem divulgação: “quem tava lá, tava lá”. Um dos ativos mais valorizados pelos clientes.
Científico sem ser careta. Tem opinião, ironia e humor, fala como gente, é pró-marketing e não fala mal de ninguém. Estética de caderno/papel, com imperfeição autoral.
“Confia em mim.” Ter que defender achismo. Falta de pares do mesmo nível. Não ter recurso nem liberdade pra fazer a estratégia em que acredita.
Não provar que o marketing não é custo. Não bater a meta agressiva diante do board. Cair no platô. Corte de budget. Perder o controle.
Curto-prazismo, branding separado de performance, métricas opacas das big techs, insights lentos, todo mundo achando que sabe.
Cases ousados, troca entre pares, ciência do marketing, e muita coisa fora do marketing: arte, tecnologia, cultura, viagem.
Liberdade, dados infinitos, provas pro board sem se descabelar, budget à altura da meta e espaço pra errar.
Evoluindo. Com coragem (não “segurança”), empoderado pra explorar as próprias hipóteses, parte de uma comunidade à frente do seu tempo.
MMM para profissionais de mídia, enterprise, com conflito de interesse.
Consultoria com software para grandes anunciantes. Forte em serviço e PR, pesado em status.
MMMs gratuitos que educam a categoria, mas medem o próprio canal.
Porta de entrada open-source, pouca expressão no Brasil.
O brief final saiu do Dia 2. A votação das opções de cada grupo gerou uma frase “Frankenstein”, então o time recuou um passo e reorganizou o material em três linhas narrativas antes de fechar.
O CMO travado pelo dogma e pela falta de recurso pra articular o que já sabe. Forte, mas põe a origem do problema nos outros.
A mais tangível, porém a mais óbvia. Risco de “experimento” soar como teste de growth (trocar cor de botão). E o Purple quase some da história.
Motivação interna, história de herói. Conversa com quem já se deu conta do problema, o que filtra o bad fit que hoje consome o time comercial.
O cliente é o piloto de Fórmula 1. O Purple é a equipe no box.
Quem decide dar mais uma volta com o pneu no limite é o piloto, e a vitória é dele. Mas ele só arrisca porque tem a melhor leitura de dados do lado. Nosso cliente flerta com o impossível.
Só supera as metas quem assume riscos.
Antídoto para a paralisia analítica e a mediocridade de “jogar seguro”.
Soa como ferramenta que otimiza o que já existe, ou como parceiro que desafia o CMO a ousar e evoluir? A gente quer a segunda.
Tom provocador, foca no tamanho do desafio e não na certeza do resultado. Foi o que assinou a apresentação comercial prototipada, na variação “Para perguntas que dão frio na barriga”.
Liga coragem a crescimento. Leitura ritmada, ataca quem gere marketing com medo.
O Purple como inteligência que vai além de testar. Compara, sem dizer, com as “apostas fáceis” dos outros.
O cliente vira referência, com o Purple como catalisador. Usa buzzwords das lideranças emergentes.
Expressões guardadas pra desdobramentos: arma secretafrio na barrigapróximo grande saltoflertar com o impossível
16 slides que levam o CMO da tensão que ele vive até o convite pro próximo salto. Foi pensada como template: o nome do cliente entra na capa e no fechamento.
Intro do pitch + produto, cases, planos e comunidade.
Home com o novo posicionamento, títulos e estrutura de conteúdo vindos do exercício de wireframe do Dia 2.
Post fixado de abertura do perfil, conectando a mesma narrativa no social.
As três peças seguem o mesmo eixo (resultado extraordinário + frio na barriga) e o mesmo sistema visual: papel, ilustração a traço, Georgia + sans.
Clique pra ampliar.
Guia criado pelo designer da Rastro para criar e aprovar ilustrações do Purple Metrics, com ou sem IA. Serve para quem desenha, para quem encomenda e para quem revisa.
Há algo em jogo, a decisão importa, e existe uma forma melhor de enxergar o próximo passo.
Ilustrações feitas à mão, abstratas e provocativas, que transformam marketing, MMM e tomada de decisão em situações físicas e humanas. Toda imagem sugere pelo menos uma destas ideias:
“Isso parece arriscado, mas agora existe uma forma de entender melhor o salto.”
O Purple Metrics nunca aparece como solução mágica: ela traz método e leitura.
Desenho manual em preto, irregular e seco. Lápis, grafite ou caneta seca, com hachuras pontuais em cabelo, roupa e pequenos volumes.
Creme ou off-white, liso. Sem gradientes e sem sombras realistas.
Uma ação principal, poucos elementos e muito espaço vazio. A silhueta precisa ser legível em tamanho pequeno. A imagem respira.
Humanos expressivos, anatomia simplificada e imperfeita, roupas do dia a dia. Nada de executivo genérico de terno.
Desenhados como rascunhos rápidos de caderno. Relatórios e gráficos entram como coisas físicas, nunca como explicação.
Editorial, inteligente, humano e levemente irônico. A tensão é de frio na barriga, nunca de catástrofe.
A série de referência. Clique para ampliar.
Transforme o conceito numa situação reconhecível, mas um pouco estranha. A imagem sugere a pergunta estratégica sem precisar escrevê-la.
A curva nunca aparece como gráfico de apresentação. Ela vira parte do mundo da cena, e a pessoa caminha, se equilibra, escala, salta, puxa ou investiga essa forma. O arco da história é sempre o mesmo:
Termos de marketing aparecem em pequenos papéis, placas ou etiquetas dentro da cena. Pouco texto, sempre em letra de mão.
Relatórios, gráficos e documentos funcionam como objetos físicos, obstáculos, ferramentas ou paisagens, nunca como explicação visual.
O pedido tem duas partes. A cena você escreve, com a metáfora descrita como imagem concreta. O prompt visual é fixo: segura traço, personagem e composição. Comandos só conceituais (“editorial, inteligente, risco”) fazem o modelo cair no padrão dele: homem de terno, sombreado de grafite e paisagem épica.
Por padrão, a personagem da série: uma mulher de cabelo escuro e roupa casual.
Um verbo só: atravessar, equilibrar, remar, empurrar, puxar, levantar, girar, saltar, encaixar.
O conceito vira um objeto. Quase sempre junta o mundo do escritório com uma aventura: a mesa vira lago, duas mesas viram corda bamba, placas de mídia viram dominós.
O que está em jogo ou pode dar errado. Frio na barriga, nunca catástrofe.
No máximo 3 palavras curtas em papéis, placas ou objetos.
✓ Cabe em 2 frases
Se precisar de um parágrafo, tem coisa demais.
✓ Dá pra rabiscar em 5 min
Num caderno, sem cenário.
✓ Funciona sem legenda
Sem o título, a imagem ainda faz uma pergunta.
✓ Não repete o moodboard
Penhasco e salto já foram usados. Varie.
As cenas da série escritas na fórmula. É esse nível de concretude que o pedido precisa ter.
Uma mulher atravessa uma corda bamba esticada entre duas mesas de escritório, com um laptop debaixo do braço. Entre as mesas, papéis caídos: CAMPAIGN RESULTS, BUDGET. Nada além das mesas e da corda.
Uma mulher rema uma canoa num lago de café derramado de uma caneca gigante sobre a mesa. Papéis boiam em volta: MEDIA PLAN, BUDGET, Q3 REPORT.
Uma mulher empurra a primeira de uma longa fileira de placas gigantes como dominós. A primeira diz MEDIA. O resto é fundo vazio.
Uma mulher na ponta de um trampolim de piscina altíssimo, segurando uma pasta, olha pra baixo. Lá embaixo, pequenininho, um alvo no chão. Só duas nuvens pequenas.
“Um profissional diante do desconhecido, com uma ponte para o futuro.”
Sem personagem definido, sem tensão concreta. O modelo inventa o resto: terno, abismo, montanhas.
Uma mulher para na beira de uma pequena rocha flutuante, segurando um papel escrito PLANO. À frente, uma ponte de corda fina vai até outra rocha com uma bandeirinha PRÓXIMO PASSO. Faltam as tábuas do meio, e ela leva uma tábua nova debaixo do braço.
A tábua é o método: o risco existe, mas ela sabe como atravessar.
Substitua [CENA] pela cena escrita. No ChatGPT ou no Gemini, a cena pode ir em português. No Flow, no Midjourney e no Firefly, traduza a cena para o inglês.
Quando uma imagem chegar perto, não gere do zero: peça uma correção pontual nela. Clique para copiar.
Sugestão: ChatGPT Pro. Qualquer agente que gere imagens serve (Gemini, Midjourney, Adobe Firefly), desde que receba o contexto abaixo e entregue o resultado esperado.
Contexto. Anexe o direcional e de 3 a 6 imagens do moodboard como referência de traço e tom.
Pedido. Escreva a cena seguindo a fórmula do passo A e cole no prompt visual. No ChatGPT ou no Gemini, anexe também o purple-metrics-diretriz-ilustracoes-v2.md ⬇, que traz o contexto e a ficha técnica.
Ajuste. Compare o resultado com o moodboard e use as correções do passo C, uma por vez, até ele bater com a série.
Fonte: Purple Metrics · Direcional de Ilustração, outubro de 2026.